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E se eu tivesse tentado?

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Na vida perdemos mais por medo do que por tentativas ou falhas.

Atualmente vivemos rodeados de medo. Rodeados de receios e inseguranças. As dúvidas pairam que nem neblina nos nossos pensamentos. Sobre as nossas decisões.

Não arriscamos por medo e depois vivemos uma vida a pensar no "se". Basta!

Temos de aprender a deixar os "se's" de lado. A ganhar coragem para tentar, voltar a tentar e, se for preciso, tentar novamente de forma diferente, de forma corajosa, e acima de tudo, sem medos!

O medo de falhar, de errar é grande. Mas se não tentarmos, não crescemos, não aprendemos, nunca evoluímos...

E no final da soma de todos os dias que vivemos, o pensamento que ficará é "tentei, falhei, mas também consegui".

Não deixes de tentar! Não deixes para amanhã a oportunidade de hoje. Não queiras terminar o dia a pensar ..."E se eu tivesse tentado?"

Porque uma vida rodeada e "se's" será uma vida com menos conquistas, recheada de medos. Não sabemos o que teria acontecido se em vez de pensarmos no "se" pensássemos que somos capazes, passássemos a agir. Passássemos a tentar fazer o que queremos, construir o que sonhamos, sem medo de seguir em frente, sem medo de enfrentar perigos, sem medo dos "se's" desta vida. E no final, quando olhássemos para trás poderíamos ver um longo caminho percorrido, com vários atalhos de medos e tentativas falhas, com várias pedras, com diversas quedas, mas um imenso sentimento de coragem, que se apodera do nosso corpo, por enfrentar-mos o medo, por lutarmos, por não desistir-mos.

E a pergunta "E se tivesse tentado?", teria finalmente uma resposta, seja ela bom ou ruim, não ficaremos a pensar no que poeria ter sido. Teríamos a certeza do que foi. E se correr mal, um outro correrá bem, porque nem tudo são rosas mas também nem tudo são espinhos.

 

Nono <3

Ser igual num mundo desigual

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O dia internacional da Mulher surge pela luta das mulheres pela igualdade entre sexos. Este dia celebra-se desde 1909 (Mas isto já lá vão uns bons anos. Para aí ou mais).

Em Portugal, no ano de 1977, a alteração ao Código Civil, baixando a maioridade de 21 para 18 anos, marca sobretudo a igualdade entre homens e mulheres. Não seria de se esperar, passados 40 anos, que a igualdade fosse maior?

Continua uma grande desigualdade de salários;

Continua o preconceito de "donas de casa";

Continua o preconceito de "mulheres ao volante, é um perigo";

Continua a dificuldade de mulheres alcançares altos cargos, progressão na carreira igualmente aos homens;

Continuam as mulheres a ser rejeitadas por já serem mães ou terem isso como um futuro objetivo;

Continua um país que não se espelha na igualdade, um país que desmerece as mulheres, quando, muitas das vezes, estas se desdobram em várias para conseguirem realizar todos os trabalhos necessários.

Não sou uma feminista, só porque sim, ou porque a moda assim o impôs, defendo apenas a ideia de que para existir igualdade o caminho ainda é muito longo, mas uma celebre frase diz, "O caminho faz-se caminhando". E é caminhando que todas as mulheres vão continuar a lutar pela igualdade, é caminhando que todos os homens com uma diferente mentalidade, com uma mentalidade igualitária acompanharão as mulheres nesta grande luta, é caminhando que vamos chegar ao final, com o objetivo cumprido.

Chegaremos ao final da luta quando podermos dizer a todas as mulheres que os direitos são iguais, que podem ser o que quiserem, sem se preocuparem se aquela profissão é ou não para uma mulheres, que não precisam de se preocupar se fizerem planos para serem mães, pois não serão despedidas, ou se já o forem, conseguirão emprego facilmente.

Chegaremos ao final da luta quando as crianças, do sexo masculino e feminino, forem educadas com base na igualdade, quando as brincadeiras deixarem de ser discriminatórias, quando os livros os prepararem para não inferiorizarem o sexo feminino.

Chegaremos ao final desta luta quando a pergunta "Uma mulher? Com os mesmos direitos que os homens?" deixar de ser ouvida, chegaremos ao final quando a desigualdade for um vislumbre no passado e a igualdade for a palavra de ordem.

Chegaremos ao final desta luta quando deixamos de ser usar este dia como desculpa para reuniões onde nos vangloriamos, falamos e apreciamos o sexo masculino.

Chegaremos ao final desta luta quando uma mulher deixar de ser julgada por ter estado com vários homens e um homem ser elogiado e encarado como "Macho" por ter estado com várias mulheres.

Chegaremos ao final desta luta quando os homens perceberem que dormem na mesma cama com seres de capacidades iguais, com quem podem partilhar o escritório, a empresa, o emprego.

Chegaremos ao final desta luta quando todos perceberem que juntos somos mais fortes, que homem e mulher não têm de ser iguais mas que se complementam de forma perfeita.

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Apesar de todas as desigualdades, somos abençoadas por sermos mulheres e nada nem ninguém nos deverá mudar esse pensamento. O dia internacional da mulher é só um, mas lutamos todos os dias pela causa, celebramos todos os dias o facto de sermos mulheres!

 

Cudgi & Nono <3

 

Um modelo a não seguir

A submissão era antigamente um modo de vida, normalíssimo, as mulheres submetiam-se aos seus maridos, sem mas nem, porquês, submetiam-se às suas vontades, aos seus caprichos e às suas necessidades, submetiam-se a não ter personalidade, a não terem vontades, a não terem vida.

Com o passar dos anos, a mentalidade foi-se alterando, as conquistas ao longo do tempo foram sendo cada vez mais e maiores e assim a submissão destas mulheres aos seus “donos” foi-se dissolvendo.

No entanto, existem ainda mulheres com o pensamento atrasado, com a mentalidade antiga, com a educação retrograda, achando que não podem ser melhores que eles, que não conseguem ter uma vida sem se regerem pelas ordens dos mesmos.

Ainda hoje ouço mulheres a dizerem que não podem, não vão ou não conseguem fazer algo porque os seus maridos não deixam ou não querem que elas façam tal coisa. Ouço mulheres a dizerem que precisam de chegar cedo a casa porque ainda têm de fazer o jantar para o seu marido que quer jantar a horas certas, que têm de trabalhar a dobrar, pois as lides domésticas estão todas a seu cargo, têm de passar e arrumar toda a roupa do marido, têm de cozinhar os seus pratos favoritos, têm de favor o que estes pedem, neste caso, exigem. Porque estas mulheres acham que têm de favor tudo isto pelos homens, porque foram ensinadas a isso, porque as suas mães faziam o mesmo com os seus pais, porque já os seus avós fizeram e outros antes deles também.

É este o exemplo que não quero seguir, é o exemplo que vejo em algumas mulheres na nossa sociedade que não quero, de todo, apreciar de perto. É o exemplo que não quero transmitir às minhas filhas, às minhas sobrinhas, às filhas das minhas amigas. É o exemplo que não se deve ter como exemplo a seguir, é o exemplo do que deveremos extinguir da nossa sociedade, o exemplo da submissão.

Este é apenas um dos exemplos que a nossa sociedade ainda tem, apenas um dos exemplos que não devem continuar a existir.

Porque as mulheres não têm de ser submissas, porque elas têm vontades, têm deveres sim, mas também têm direitos, como qualquer cidadão. As mulheres têm de deixar de submeter-se e os homens têm de aprender a respeitar mais e dar mais valor às mulheres que com eles habitam este mundo, porque sem elas não existiria sociedade, porque sem elas seriam tão felizes e realizados.

Porque as mulheres têm um grande valor na humanidade, porque as mulheres devem e merecem ser mais bem tratadas, mais elogiadas, merecem que o seu valor seja reconhecido, merecem que o tempo em que eram inferiores seja apenas um vislumbre no passado.

Acima de tudo, a submissão, em qualquer caso é um exemplo a não seguir.

 

Observação: Nem todos concordarão com este texto, mas esta é apenas a minha opinião, de uma sociedade que não deixou o passado rígido e cruel para trás e que não dá às mulheres o seu devido e real valor.

 

Cudgi <3<

O poder de um abraço!

"Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar". - Anne Frank

"Abraço é aquela palavra que serve para encurtar distancias" - Alexandre Reis 

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Para mim, o abraço é aquele gesto que é capaz de nós tranquilizar. É o porto de abrigo do barco em plena tempestade.
Um abraço é capaz de transmitir muito. Um simples gesto que transmite coragem, segurança, força, partilhar e "estou aqui contigo, não estás sozinha."

O abraço tem um poder enorme, e a sociedade nao lhe tem dado o devido valor!
Abraça os teus! Abraça alguém! Abraça-te!  

 

P.S. - Eu amo esta música! E falando de abraços não podia deixar de lhe dar um pouco de protagonismo! eh eh eh

 

Nono <3

 

 

 

<

Eu nunca... #1

 

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Espero não ser a única a quem isto é uma realidade, mas, realmente nunca coloquei os pés no chão de um avião para depois seguir a milhares de quilómetros acima de terra firme.

Deve dar uma sensação de… voar???

Qualquer dia entro num avião no Porto para sair em Lisboa, só para poder dizer que já andei de avião. A carteira não me permite ir mais longe. Para já!


E desse lado, alguém como eu que nunca andou de avião?

 

Cudgi <3