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duasmulheresemeia

Foi quando tu me deste a mão

 

"Há muito tempo

Que a minha vida era um deserto em vão

eu nunca soube se ia dar certo ou não

Até que te vi e de repente

Assim bela tu vieste então

Foi quando tu me deste a mão

e eu percebi..."

 

Foi no instante em que as nossas mãos se tocaram que eu percebi que era de mao dada contigo o meu lugar. Era assim de mão dada contigo que queria caminhar na vida, que queria viver...

Foi na firmeza da tua mão. Foi na segurança das tuas palavras que me encontrei. 

Por isso, faças o que fizeres, não largues a minha mão... 

Na luta estamos juntos.

Na construção estamos juntos.

Na caminhada estamos juntos. 

 

Tu e Eu, Nós de mãos dadas pelo mundo. 

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Abecedário da vida de Carla Amélia Gomes

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Sei, com certeza, o abecedário escolar, aquele que aprendemos na escola primária, começando no A e terminando no Z, apenas letras. Letras que podem ser iniciais de palavras, letras que usamos para escrever um texto, letras que não escritas também são necessárias para a fala, letras que conduzem a nossa língua.

“No abecedário da vida todas as letras entram no jogo da roleta, mas quando cada ser humano lança os seus dados, dita a sua própria sorte e apenas algumas letras são sorteadas”.

O “Abecedário da vida” mostra-nos que a nossa vida é feita de momentos, sentimentos e muitas palavras contraditórias.

O “Abecedário da vida” dá-nos conta de diversos momentos possíveis de imaginar, prováveis de acontecer e verdadeiramente vividos. Dá-nos a realidade da vida, dá-nos a sensação de muito conhecimento e um mundo tão pouco descoberto, dá-nos a realidade de uma vida e a ficção de muitas outras, dá-nos a sensação de sermos livres e ao mesmo tempo de estarmos presos.

“Efetivamente o abecedário da vida começa com um “A” de amor. Esse amor traz consigo o “A” de amizade, o “C” de compreensão, o “H” de honestidade, o “L” de lealdade, o “P” de paixão e o “U” de união”.

É um livro que nos conta/mostra a realidade de uma ou várias vidas, a realidade que muitos passam mas poucos falam e menos ainda o admitem. É um livro que nos mostra a vida como ela pode ser, com fases muito felizes, com momentos tristes, com histórias engraçadas e outras sem nenhum momento de risos, com boas e más recordações. Histórias que podem retratar a vida de muitas pessoas, histórias de vida reais, vividas por pessoas reais.

Mostra-nos palavras que amamos e queremos ouvir muitas vezes, palavras que odiamos e queremos esquecer, que fazem parte do nosso vocabulário, palavras que fazem sentido agora, que já alguma vez fizeram e que ainda nos farão.

Um livro que nos faz pensar, que nos incomoda por ser tão real, por tanto sentido fazer, que nos elucida e ao mesmo tempo nos faz querer esquecer.

Um livro que nos mostra que ninguém pode ser 100% perfeito, que não existe alguém 100% maravilhoso, que não existe alguém que possa ser tão bom que não tenha um pouco de maldade, nem alguém tão mau que não tenha alguma bondade.

“Mas o “M” de mágoa é destrutivo e só bastante mais tarde eles conseguiram libertar-se das algemas da mágoa e do rancor e abriram a sua alma ao perdão. Só mais tarde iriam experienciar nas suas vidas um acontecimento que os fez repensar emoções e sentimentos. Entediados com a aridez de um interior deserto e egoísta, descobriram que só o amor e o perdão permitem alcançar plenitude na existência”.

Não existe alguém tao feliz que não tenho medos, não existe alguém perfeito, ou com uma vida perfeita. Não existem histórias de encantar mas sim histórias reais, onde cada um se pode reencontrar.

Um livro para deixarmos os preconceitos, para nos mostrar a realidade, para nos fazer descobrir um pouco mais de cada uma. Um livro que nos mostra as letras do alfabeto, que nos faz compreender o abecedário, que nos faz interiorizar o verdadeiro sentido das palavras, das emoções. Um livro que nos leva ao verdadeiro ABECEDÁRIO DA VIDA.

 

 

Cudgi & Nono <3

 

 

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Cudgi & Nono <3

Intrigas, mentiras e mal dizeres

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Vivemos numa sociedade de intrigas, onde o “diz que disse” tem mais valor que a palavra de uma pessoa, onde as mentiras ultrapassam quaisquer verdades, onde falar deste e daquele tem mais interesse do que a nossa vida, o que realmente nos interessa.

Vivemos numa sociedade em que nada nem ninguém é mais importante do que o nós próprios, em que a única preocupação é viver sempre mais e muito melhor, não importando o que terá de ser feito nem “por cima” de quem terá de se passar.

Vivemos numa sociedade em que mentiras são ditas como verdades, em que a verdade não tem o mesmo valor que tinha ainda há anos atrás.

Parece não ser importante dizer a verdade ou aquilo que se pensa (sem magoar ou ofender alguém), parece cada vez mais invisível a transparência das pessoas.

Vivemos numa sociedade de fachadas, onde temos de dizer o que é esperado ouvir. Dizemos o que o outro quer ouvir e ocultamos o que é preciso ser dito. Ocultamos as verdades sobre os outros, e eles ocultam as verdades sobre nós, aquilo que os outros precisavam ouvir e aquilo que nós merecíamos saber.

Vivemos numa sociedade onde aparências valem mais que valores próprios. Vivemos numa sociedade de interesses. Vivemos numa sociedade de falsidade. E pior que isso... Construída por nós.

Continuamos a desculpar-nos com "Foi uma mentira piedosa!" ou "A verdade ia magoá-la(o)" e esquecemo-nos de nos colocar no lugar do outro. Esquecemos de fazer aos outros o que gostavamos que fizessem connosco. Esquecemo-nos que uma pequena mentira, um pequeno engano, um pequeno erro, uma pequena intriga pode tomar proporções enormes, pode tornar-se insustentável e o que parecia inofensivo pode causar uma enorme estrago. Esquecemo-nos que por mais difícil que seja a verdade, por mais mágoa que cause dizer o que se pensa, esta é sempre a melhor solução, porque a verdade pode magoar mas a mentira crescerá e magoará muito mais.

Eu gosto de dizer o que penso. Eu gosto de dizer a verdade. Já aprendi que a verdade pode magoar as pessoas, aprendi que existem pessoas que não sabem ouvir a verdade, que existem pessoas falsas imunes à verdade. Já percebi que cada vez mais a sociedade é falsa. Mas também aprendi que me sinto muito melhor ao dizer a verdade, que me sinto muito melhor ao não enganar as pessoas, ao ser verdadeira. Também aprendi que prefiro que me digam a verdade mesmo que me doa, aprendi que prefiro que me magoem com verdades do que me alegrem com mentiras.

Numa sociedade falsa, quem é verdadeiro é leal/real. 

 

Cudgi & Nono <3

Promessas

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Uma promessa é como que um contrato assinado entre duas pessoas relativamente a algo. Um contrato, embora ficticio, está muito marcado e vincado na mente de uma pessoa. Mas deveria estar na das duas! 
Atualmente prometemos mundos e fundos. Prometemos coisas que nem planeamos algum dia cumprir, prometemos somente para calar alguém... esquecemo-nos é que esse alguém tem essa esperança, esquecemo-nos é que estamos a enganar essa pessoa. Esquecemo-nos é que também a nós nos fazem isso! 
Promessas e mais promessas! Tretas e mais tretas! Onde estão as atitutes, os feitos. Os pequenos detalhes! 
Eu não quero promessas na minha vida! Porque a única coisa que posso prometer é que vou falhar, porque sou humana, porque nem sempre estou á altura da vida, dos desafios e nem sempre a vida me permite realizar as minhas promessas. Por isso eu não sou de promessas! Eu faço ou não faço. Eu tento! Eu esforço-me! Mas não prometo. 
Não quero falhar com os meus, não quero desiludir como já me desiludiram, não quero palavras bonitas em momentos bonitos... Quero um sorriso no momento certo, um "força, tu és capaz", "não desistas", quero viver momentos com os meus! 
As promessas iludem... As palavras leva-as o vento. E cada vez mais as pessoas prometem sem ouvir o outro. 

Eu "Prometo Falhar" mas estarei cá para assumir as consequências. 
Nao nasci perfeita, nao caminho para lá... Nasci para ser feliz e lutar pela minha felicidade e para isso não quero magoar os outros com promessas falsas. 

Por isso, vivo a vida, sem promessas mas com atitudes! 


Nono <3

 

Um mundo desigual, onde a igualdade deveria ser ordem

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Encontro, em cada canto, em cada momento, em cada lugar, alguma desigualdade, por vezes, algo que já não faz sentido, outras vezes algo que até parece ridículo ainda existir, outras vezes algo que "não faz muita diferença" para grande parte das pessoas.

Vejo, no nosso país, uma desigualdade descomunal no que aos salários diz respeito, vejo as pessoas a receberem o salário mínimo (porque, felizmente, a lei não permite que menos recebam. Porque não seria admirável nem isso receberem se a tal não estivessem os patrões obrigados) e terem de trabalhar horas e horas a fio, muitas vezes sem receberem horas extra, porque a entidade patronal assim o exige e estas sujeitam-se porque "não posso ficar sem este emprego. Depois para onde vou?".

Vejo os jovens a sujeitarem-se às mais precárias condições de trabalho, porque "Preciso de começar a ganhar dinheiro, além disso, isto foi uma sorte, ninguém dá trabalho a quem não tem experiência", e caso pensem sequer em dizer que as condições não são nada adequadas ou compatíveis com o cargo, recebem uma grande resposta por parte de quem contrata "Isto é o que há. Está difícil para nós também, mas se não quer tenho muitos mais que querem. E se oferece-se menos também tinha quem quisesse" (infelizmente, têm razão).

Vejo as escolas com menos condições porque não têm crianças cujos pais têm uma grande condição financeira e como tal, parece que não precisam de ter as mesmas oportunidades que estes, parecem menos pessoas porque a conta bancária não atinge um número considerado aceitável para um serviço de qualidade.

Vejo as pessoas não terem os mesmos recursos, na saúde, na justiça, na educação, porque não têm dinheiro e "Um bom serviço, tem de ser pago". Um bom serviço deveria ser um direito de todos os cidadão, de todos os que contribuem para que o estado possa apresentar bons resultados, para que o estado consigo "governar" o nosso país.

Vejo as mulheres continuarem a ter menos direitos só porque "Isto já é assim há muito tempo, porque é que se vai estar agora a mudar?", porque os tempos mudam, porque as mulheres deveriam ter tanto poder como os homens, porque ninguém é mais ou menos do que ninguém.

Vejo a forma diferente como as pessoas de diferente género, de diferente orientação sexual são tratadas, só porque "Isto não é normal. Têm alguma doença. Precisam é de serem tratados". Quem precisa de ser tratado é o autor de tal comentário para com alguém que não se enquadra no que se diz "normal" na sociedade, a normalidade só assim é chamada porque a maioria das pessoas assim foi educada, porque não querem aceitar que não existe um "padrão normal"

Vejo a forma como as pessoas de diferente cor são mal tratadas, injuriadas, só porque "Esta gente não é daqui, veio para cá fazer o quê? Volta mais é para a tua terra". Nós também não nos concentramos apenas no nosso país, porque temos de tratar mal quem procurou melhores condições e veio ter ao nosso cantinho? Não somos o único povo no mundo, não somos a única cor, não somos os "normais", porque existe diferença, mas não deveria existir preconceito.

Vejo a desigualdade espalhada por todo o país, por todo mundo, vejo as crianças a crescerem com o estigma de que a desigualdade é uma constante e não vejo a educação destas crianças a ensinar o contrário. A desigualdade existe, mas não deveríamos ser nós a lutar para que acabasse? Afinal não deveríamos ser todos iguais? Não deveríamos procurar pela igualdade em vez de dar cada vez mais poder à desigualdade?

Mas a questão que muitas vezes colocamos, vale a pena lutar? Vale a pena ir contra algo que já tão enraizado está neste mundo?

Para mim, a resposta é apenas uma, que resume várias: Desistir é que não vale mesmo de nada! De nada serve e de nada nos adianta.

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Cudgi  <3

O amor da minha vida é viver

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Se dou valor máximo a alguma coisa é à vida.

Se existe algo pelo qual sou apaixonada, pelo qual faria tudo é pela minha vida.

Apaixonei-me ao longo do tempo e continuo a apaixonar-me, todos os dias, por diversas coisas e muito mais, por momentos, pessoas, risos, aprendizagens, todos os dias há algo que me faz apaixonar mais ou pela primeira vez.

Acho que nunca estive realmente apaixonada por alguém, em que percebesse que aquela pessoa era o meu "mundo", que gostava tanto dela que era capaz de abdicar de mim mesma, que não faria sentido viver sem essa pessoa ao lado, alguém que pudesse dizer que era, de facto, o amor da minha vida.

Também não tenho um filho ou filhos, que colocaria acima de tudo e todos e pelo qual faria tudo, deixando-me de parte para o colocar sempre em primeiro lugar, pelo qual daria tudo e de tudo faria, para que podesse ser o amor da minha vida.

Na realidade, o amor da minha vida é viver.

É crescer diariamente com cada pequena coisa, é aprender um pouco com cada pessoa que conheço, é gargalhar com cada piada contada, mesmo que, por vezes, algumas não tenham assim tanta piada, é conhecer novos locais e apreciar cada paisagem, é sentir os olhos brilharem por ter à minha frente algo que me faz querer continuar lá.

O amor da minha vida é cada pequeno e minimo detalhe de viver, num mundo imenso, com grandes complicações e frustações mas onde apreciar cada momento e querer sempre mais um pouco de felicidade é a garantia de que encontrei o amor da minha ao ser apaixonada pela vida e por viver intensamente.

 

Cudgi <3 

 

 

 

Agradar? Só a mim!

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Eu elogio-me.

Eu valorizo-me.

Eu só tenho de agradar a mim. Não tenho que me arranjar para os outros. Não tenho de fazer algo pelos outros. Tenho de fazer por mim.

Quando compro uma peça nova, quando me arranjo de forma mais elaborada, tudo isso é por mim, para mim! Não consigo ouvir "Uau, essa produção toda é para quem?" "É para mim!". Tudo o que faço, faço para mim, para me olhar no espelho e ver a pessoa que realmente sou ou quero ver, para me sentir bem comigo, para gostar de mim.

Não vou ser hipócrita ao ponto de dizer que nunca me arranjei melhor para algo ou até para alguém, é inevitável fazê-lo, existem dias em que queremos sair de casa mais arranjadas/os, existem dias em que sabemos que vamos a determinado local ou encontrar determinada pessoa que queremos estar no nosso melhor.

Mas existem aqueles dias em que só pegamos as primeiras peças de roupa que vemos pela frente e mal arranjamos o cabelo e saímos de casa completamente descontraídos, como se ainda dentro dela estivéssemos, e não queremos saber de nada nem ninguém com quem nos cruzemos e que para nós olhem como quem não percebe como alguém é capaz de andar assim na rua.

Existem manias, palavras, comportamentos que tenho que não quero, não consigo, nem vou explicar a ninguém, e vejo as pessoas olharem e comentarem mas... Eu tenho mesmo de andar a agradar a alguém? Quero mesmo que as pessoas gostem de mim porque ando bem vestido, super arranjada ou me comporto como uma princesa, tenho todas e quaisquer maneiras "finas" de me comportar? NÃO! Eu não quero agradar a ninguém, se isso implicar ser uma coisa que não sou.

Eu quero acordar e vestir a roupa que me apetecer (nem que seja um fato de treino ou uns calções largos) e sair à rua sem maquilhagem ou sem arranjar o cabelo perfeitamente, eu quero dizer o que achar que devo dizer e fazer o que me apetecer (sem ofender e magoar ninguém), porque é a forma como me comporto, não quero fazer algo por alguém, porque me sinto na obrigação de o fazer para que possam ter uma boa imagem de mim, não quero fazer o que é "suposto" fazer segundo a sociedade, não quero que as pessoas digam que sou um modelo perfeito do que devemos ser. Não vou fazer algo que não quero, só porque sim, porque não quero agradar a ninguém além de mim, quero ser o que sou, sem cobranças ou prejuízos.

Se quiser arranjar-me ou comportar-me de certa forma e assim achar que o devo fazer, vou fazê-lo, se não quiser, não o farei, não quero, nem vou ofender ninguém, mas também não mudarei a minha identidade para agradar.

Tenho de me comportar como me sinto bem, porque só tenho a agradar a mim!

Quero olhar para o espelho, ver o meu reflexo e o primeiro pensamento que me surgir ser: Esta realmente sou eu!

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Nono & Cudgi <3

Existem 2 tipos de pessoas...

...no mundo!

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Existe pessoas que adoram falar ao telemóvel e outras que evitam ao máximo atender chamadas, utilizando portanto o serviço de mensagens na maioria das vezes.
Eu tenho de admitir que falar ao telefone/telemóvel não é a minha onda! Não sei porque mas só ao ver o telemóvel tocar fico logo receosa de atender mesmo que saiba quem é do outro lado. Sou a única ou por aí existe mais gente assim?



Nono <3


Desafiamos-te #Semana3

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O desafio desta semana é: Fazer alguém rir!
Algo simples mas capaz de mudar o dia de uma pessoa!

Aceita o desafio e melhora o dia de alguém!

 

 

O desafio da segunda semana era plantar algo, nós plantamos uma árvore, vamos a ver se resiste e se dará frutos. Optamos por um limoeiro, para podermos ter limões e fazer limonada! (Porque se a vida te dá limões, faz limonada!). Além disso, uma árvore dá sempre oxigénio para nós, os seres humanos, consumir-mos!
E vocês, o que fizeram esta semana? Contem-nos tudo!

 

Cudgi &Nono <3

 

 

Existem 2 tipos de pessoas... a viajar!

 

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Existem as pessoas a viajar que são os turistas e os viajantes. Há primeira vista parecem ser a mesma coisa, pessoas que viajaram para um local. No entanto o turista é aquela típica pessoa que pensa em ir aos locais conhecidos, andar na sua vidinha... Os viajantes não, gostam de conhecer, visitar, descobrir os recantos mais escondidos e em parte se misturar com os locais. Gostam de experimentar e explorar para além do típico.

 E agora, vocês são turistas ou viajantes?

Nono <3